Chega já do azul violáceo do poema.
Do adjectivo sanguinário.
Acolhamos o veludo da noite
no abraço terno
na noite quente.
A memória do teu pescoço
Inquieta-me
Deslizo pelo teu ventre
O teu sexo inunda-me
A boca abre-se ao sorriso
do teu cabelo
Adormeço nos teus braços
Desejo te com ternura e com tesão.
Adormeço sereno, mas com desejo
E sorrisos.
Sem o veneno da paixão
Mas com a ternura de um beijo
Apaixonado.
05 Julho 2017